Eu não escolhi ter dor crônica. Mas escolhi como viver com ela.
Unindo Psicologia Positiva, ciência da felicidade e arte, criei um caminho de saúde emocional e reconexão para pessoas e organizações viverem, cuidarem e se relacionarem com mais consciência, presença e sentido.
Sentir também se aprende. Começa com presença, escuta e habilidades para lidar com as emoções.
Antes de qualquer método, veio o papel
Quando a dor crônica atravessou a minha vida, foi na arte com papel que encontrei um jeito de dar forma ao que eu sentia. Sem saber, eu já praticava o que, anos depois, descobriria ter nome e base científica: a Psicologia Positiva e a Ciência da Felicidade.
A ciência confirmou o que a vida já tinha me ensinado: novos hábitos, foco nas minhas forças, sentido e reconexão transformam vidas.
Atuando na pós-graduação em Dor Crônica do Instituto Albert Einstein de Ensino e Pesquisa, curso coordenado pela Dra. Fabíola Peixoto Minson (médica especialista em Dor), fortaleço uma prática que integra Psicologia Positiva, arte e desenvolvimento de recursos emocionais como contribuições para o cuidado integral da pessoa com dor crônica.
Hoje, com base nessa trajetória, atuo para ativar a saúde emocional, a fim de fortalecer habilidades emocionais, ampliar a consciência e promover relações mais humanas e o bem-estar de pessoas, equipes e organizações.