Descubra, por meio de práticas manuais e autoconhecimento, como transformar dor em direção, sofrimento em significado e medo em coragem com quem já percorreu esse caminho.
Aprender a escutar
o que dói sem julgar.
Trazer o corpo pro agora,
quando a mente quer fugir.
Não lutar contra ela. Entender o
que ela está ensinando.
Pequenas decisões diárias que
me aproximam de quem quero ser.
“Felicidade não é estar sempre bem.
É saber viver mesmo quando está difícil.”
Estimular uma nova percepção sobre como dores invisíveis afetam saúde mental, produtividade e relações interpessoais, tanto no trabalho como na vida.
Para transformar a dor em potência é importante mostrar, de forma prática e sensível, que é possível ressignificar o sofrimento e construir novas narrativas a partir dele.
Como prática de autocuidado emocional, introduzindo os quatro pilares criados por Lea Tande, com práticas simples que favorecem presença, escuta e leveza no cotidiano.
Estimular o autoconhecimento e a cura simbólica por meio de atividades artísticas que unem silêncio, movimento e criação.
Inteligência emocional como ferramenta prática de equilíbrio nas relações pessoais e profissionais. Explorando os pilares da felicidade a partir da dor, o participante aprende a identificar, nomear e acolher emoções, desenvolvendo habilidades socioemocionais essenciais para lidar com conflitos, pressões e relações no ambiente de trabalho.
Despertar o protagonismo no cuidado com a saúde mental e no cultivo de ambientes mais saudáveis. A oficina mostra que cada pessoa pode ser agente de transformação — começando por si. Ao vivenciar práticas simples e afetivas, os participantes saem inspirados a levar essa mudança para suas rotinas e equipes.
Apresentação Lea Tande e convidados
Breve conversa: “Como anda a sua felicidade?”
O que é “felicidade possível” x “felicidade idealizada”
Acolhimento emocional
→ Exercício: carta para si mesmo
Respiração e presença
→ Prática guiada de respiração consciente (com arte manual simples)
Ressignificação da dor
→ Roda de escuta: “Qual dor pede um novo olhar?”
Escolhas com gentileza
→ Atividade: “meu próximo passo possível” com papel e colagem
Inteligência emocional como ferramenta prática de equilíbrio nas relações pessoais e profissionais. Explorando os pilares da felicidade a partir da dor, o participante aprende a identificar, nomear e acolher emoções, desenvolvendo habilidades socioemocionais essenciais para lidar com conflitos, pressões e relações no ambiente de trabalho.
Mais do que uma oficina, essa experiência tem tocado profundamente quem participa. São relatos espontâneos de quem encontrou, no silêncio da arte e na escuta da dor, um novo caminho de leveza, reconexão e sentido.
Se quiser entender melhor como funciona a oficina, como aplicar na sua empresa ou precisa de ajuda para realizar sua inscrição, é só chamar um dos nossos consultores. Será um prazer te atender!
Sou Léa Tande, palestrante, escritora e facilitadora de Vivências com Arte. Transformei anos de convivência com dor crônica em propósito, ressignificando minha história por meio da aceitação e do autoconhecimento e descobrindo que é possível viver com bem-estar apesar da dor.
Hoje, uno a arte em papel à Ciência da Felicidade para ajudar pessoas a acolherem seus sentimentos e reencontrarem leveza no dia a dia.
Já realizei trabalhos em empresas como Natura, Hospital Albert Einstein e Unique Garden, e minhas experiências em países como Índia, Irã e Japão inspiram o Projeto Léa Tande, que une arte, presença e reconexão para uma vida mais plena.
Ao longo desses anos, tive um diagnóstico de dor crônica (Síndrome de Dor Miofacial) – trata-se de dores pelo corpo que dificultam a realização de simples atividades do dia a dia. Passei por vários tratamentos, medicamentos, terapias…
Com o tempo, descobri que eu precisava compreender minhas dores. Então, busquei cursos sobre Mindfulness e Autoconhecimento – áreas que estudo até hoje.
Foi quando percebi que essas dores também tinham um lado emocional envolvido.
Mas você deve estar se perguntando: “O que isso está relacionado à arte com papel?”. O pouco que eu me dedicava aos meus trabalhos com papel, ainda sofrendo com dores, percebia que a minha arte me trazia grandes benefícios, como a atenção plena. Eu tirava o foco de minhas dores e atingia uma sensação de puro bem-estar e controle emocional. Aos poucos, minhas crises e medicamentos foram diminuindo.
Passei a me dedicar ainda mais ao meu trabalho e descobri a arte com as flores de papel que tanto nos encanta. Diante de tamanho significado da arte em minha vida, decidi compartilhar o que aprendi, a fim de que mais e mais pessoas também fossem beneficiadas com o fazer com as mãos.
Realizei oficinas em ONGs e workshops em empresas – como Natura, Unique Garden e Hospital Albert Einstein, sempre ensinando a arte com papel, mas sobretudo transmitindo o poder da arte para a nossa saúde física e emocional.
Por conta disso, também tive matérias publicadas em revistas e participei de programas de TV.
Enfim, resolvi transformar minhas habilidades com a arte com papel, os meus estudos de autoconhecimento e os meus anos de experiência para contribuir e incentivar as pessoas que, através da arte com papel, podemos viver uma vida mais plena.
Meu propósito hoje chama-se “Vivências de Arte” e, desde já, lhe faço um convite para despertar para um momento especial com você mesmo: desligar-se um pouco do mundo externo e acolher seus sentimentos.
Querer, Poder, Fazer!
Algumas empresas que confiam em nosso método com vivências em bem estar corporativo






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